O
aluno Maicon Roberto Correia da Escola Estadual Henrique da Silva
Fontes, numa redação sobre o bairro, narrou que: “Cresci
ouvindo minha avó e minha mãe falando sobre este bairro.
Antigamente onde hoje é o Mini-Preço,passava o trilho
do trem, e em toda Rua Indaial, onde é o posto de gasolina
Tomio, até a Escola Paulo Bauer, era um brejo que levava
o nome de canta sapo. Em toda extensão da Rua Felipe Reiser,
um número bem pequeno de casas, o resto era só madeireira,
e em todo bairro havia muitas outras”. |
Na
memória dos habitantes do bairro, como de muitos outros,
está bem presente as enchentes da década de oitenta
do século passado, mas aqui, com uma ressalva: o bairro foi
um local de refúgio, já que foi um dos pouco não
atingido pelas águas do Itajaí-Açu e do Itajaí
- Mirim. |